Os tempos mudam, mas algumas coisas permanecem, para o bem ou para o mal. Na antiguidade, quando ainda não existiam moedas, os povos usavam o escambo, que consistia na troca de produtos excedentes de uns por produtos de outros, ou por serviços, como se fossem uma moeda ou unidade de valor.
Com o tempo as coisas mudaram e foram criadas as moedas, geralmente feitas com metais preciosos como o ouro e a prata. Depois a coisa toda esculhambou e mudaram para metais mais baratos, até chegarem ao papel.
Nós tivemos por aqui os espelhos e figuras de santinhos que os portugueses trocavam com os indígenas pelo pau-brasil, até decidirem levar o que os nativos tinham, assim na mão grande mesmo.
Depois vieram os réis, os cruzeiros, os cruzados e os reais. Agora temos pelo mundo afora os dólares, euros e até o yuan, que nos promete algum negócio da China, sem falar nas moedas digitais, como o tal bitcoin.
Alguém vai se perguntar que leseira é essa que estou escrevendo, mas é que acordei sem dinheiro, como de costume, e resolvi viajar no pirlimpimpim.
Soube esses dias que o Trump também quer comprar ou tomar alguns países pela força e matutei se o Brasil não poderia comprar ou tomar algum país vizinho. Lembrei que nos faltam o dinheiro e as armas.
Mas qual a vantagem, perguntariam, e com razão. Não estamos dando conta nem das nossas dívidas, pra que fazer outras?
Pois foi isso que pensei quando vi o cara do topete amarelo ameaçando tomar alguns países. Nem que fosse na base do arrastão, como acontece em nossas praias, só que sem polícia pra correr atrás.
Melhor parar com essas divagações, pois está dando agora na TV que já podemos procurar os carnês de IPTU, as listas de colégio e o seguro dos veículos, tudo on line para pagar. Ah… ia me esquecendo. Podemos fazer um PIX que eles aceitam…












