Os salários médios da cúpula do Poder Judiciário no Espírito Santo chegam a R$ 125 mil. O valor extrapola o que prega a Constituição Brasileira, que estabelece um teto de R$ 46.366,19 para todos os três poderes da República.
O levantamento, feito pelo jornalista Vitor Vogas (Rede Sim) e publicado nesta terça-feira (10), teve impacto na opinião pública estadual, que desconhecia os números superlativos dos vencimentos dos togados capixabas.
O montante recebido pelos membros do Judiciário, para ultrapassar o teto constitucional, é acrescido de uma série de penduricalhos que inflam seus contras-cheques.
Esses penduricalhos englobam uma série de gratificações, como auxílio-moradia, auxílio-saúde, férias-prêmio, auxílio-creche, e licenças compensatórias (um dia de folga a cada três trabalhados, podendo o servidor vender a folga).
Dos 277 magistrados que constam na folha de pagamento do Tribunal de Justiça (TJES), 34 receberam um crédito bruto total superior a R$ 150 mil, sendo 17 juízes de direito e 17 dos 30 desembargadores”, apurou o jornalista.
A folha de pagamentos desses 277 magistrados custou aos cofres públicos, só no mês de janeiro, a bagatela de R$ 34,7 milhões, conforme consta no Portal da Transparência do Poder Judiciário.





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