Ao buscar informações sobre quem ocupa cargos públicos em qualquer cidade, muitos cidadãos perguntam se a função é exercida por um profissional técnico. Essa não é uma pergunta tendenciosa, ofensiva ou intimidatória. Trata-se de um gesto legítimo de interesse pela administração pública e pela correta aplicação dos recursos municipais.
Quando uma secretaria é conduzida por profissionais com formação específica — como enfermeiros, médicos ou farmacêuticos na área da saúde, e engenheiros, arquitetos ou urbanistas na área de obras e planejamento — a população se sente mais segura quanto à qualidade das decisões e dos serviços prestados.
Os membros das secretarias e demais servidores não devem se sentir ofendidos com esse tipo de questionamento. Ao contrário, a transparência sobre a formação e a qualificação de quem ocupa cargos públicos fortalece a confiança entre a população e a gestão municipal.
Quando essa pergunta é feita, ela nasce do interesse do cidadão pela sua cidade, pelo bom uso do dinheiro público e pela melhoria dos serviços do Estado. Afinal, todos os servidores públicos exercem suas funções para servir à população e contribuir para o desenvolvimento e o bem-estar do município.
Diante desse contexto, uma pergunta simples e respeitosa pode esclarecer muito para a população: você é um funcionário público técnico ou político? A resposta ajuda o cidadão a compreender o perfil de quem está à frente das decisões, a natureza da função exercida e o nível de especialização envolvido. Saber se a atuação é técnica, baseada em formação e conhecimento específico, ou política, vinculada a uma função de confiança e gestão, é parte do direito à informação e à transparência na administração pública.
Saber se o funcionário público estudou gestão para estar ao comando do barco de seu cargo nos tranquiliza. Cargo público, pago com dinheiro público. Perguntar, portanto, não é desrespeito. É participação cidadã, é zelo pela cidade e é compromisso com uma gestão pública mais responsável, eficiente e transparente.
Ao querer sugerir um atendimento via WhatsApp por qualquer secretaria da cidade fala mais de minha necessidade de celeridade nas respostas públicas de nossas reivindicações que o ‘modus operandi ‘ da secretaria que ainda não enxerga a necessidade de adaptação às modernidades tecnológicas.
Agora me diga, se você for um funcionário público: Seu cargo é técnico?











