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Artigo • Como eu penso o Futebol

Apesar dessa origem rubro-negra, meu coração também pulsa forte pela Seleção

Redacao by Redacao
2 de dezembro de 2025
[Brasileiro] Vasco e Flamengo fazem Clássico dos Milhões neste sábado

Crédito Divulgação /Matheus Lima

C O M P A R T I L H E

Por Guilherme Nascimento — Casa Roxa Cultural

O futebol tem uma história que ultrapassa o campo. Ele é cultural, social, afetivo. É universal. Ele pulsa no sonho do menino da quebrada, pé descalço na rua de chão, chutando uma bola improvisada e acreditando que o mundo cabe naquele gol pequeno. E, ao mesmo tempo, o futebol também vive nas cifras exorbitantes, nos salários inalcançáveis, nos patrocínios milionários que moldam um sistema inteiro ao redor de um esporte.

Eu nasci flamenguista. E quando a gente diz isso, não está dizendo pouca coisa. Pesquisas recentes apontam o Flamengo como dono da maior torcida do Brasil, com algo próximo de 20% dos torcedores do país vestindo vermelho e preto. É gente espalhada de norte a sul — nas capitais e nas quebradas, nos botecos e nos estádios — quase um país dentro do país.

Mas, apesar dessa origem rubro-negra, meu coração também pulsa forte pela Seleção.
A amarelinha desperta um sentimento que vai além da clubização: é patriotismo, é identidade, é memória afetiva de um povo inteiro se reunindo diante de uma tela. Quando a Seleção entra em campo, entra também o país que somos — com nossas dores, alegrias, contradições e esperanças. É ali que eu torço com o corpo inteiro, como quem acredita num país que ainda pode dar certo.

E mesmo assim, eu não sou fanático.
Sou observador. Analítico. Eu gosto de olhar por trás do placar: as histórias, as torcidas, a herança de família, os símbolos que cada pessoa carrega no peito como se fossem extensão da própria vida.

O Flamengo, por exemplo, vive uma fase simbólica.
Tetracampeão da Libertadores — 1981, 2019, 2022 e 2025 — e campeão mundial interclubes em 1981, num duelo histórico contra o Liverpool.

Mais simbólico ainda é ter, no banco, Filipe Luís — ex-lateral do clube, da Seleção e do Atlético de Madrid. Ele trocou a chuteira pela prancheta e já levantou Copa do Brasil, Supercopa, Campeonato Carioca e uma Libertadores como técnico. Um dos raríssimos a conquistar a Libertadores como jogador e treinador pelo mesmo clube.

Se o Flamengo representa essa força popular, o Palmeiras vive sua revolução silenciosa: planejamento, estrutura, continuidade. Sob o comando do português Abel Ferreira, o clube conquistou Libertadores 2020 e 2021, Brasileirões 2022 e 2023, Recopas, Paulistões e Copa do Brasil. É um projeto de longo prazo, com cara de clube europeu em solo brasileiro.
E tudo isso com o peso simbólico de uma mulher na presidência: Leila Pereira, primeira mulher a ocupar o cargo em mais de cem anos, empresária forte, responsável por profissionalizar setores e blindar o clube da instabilidade típica do futebol brasileiro.

Mais ao sul, o Internacional carrega sua própria mitologia. Campeão da Libertadores e do Mundial da FIFA em 2006, voltou a erguer a Libertadores em 2010. Tem história, tem memória, tem identidade.
E, em 2025, num Brasileirão turbulento, o clube convoca de volta Abel Braga — técnico símbolo da era mundial — numa tentativa afetiva de resgatar não apenas um treinador, mas um espírito.

Essas narrativas — o Flamengo gigante popular, o Palmeiras estruturado sob gestão feminina, o Inter dialogando com seu passado campeão — mostram como o futebol reflete o Brasil: paixão, política, dinheiro, memória, desigualdade, esperança.

E é aí que entra o meu olhar.

Eu adoro o futebol no boteco, na mesa de plástico, na cerveja gelada, no churrasco de domingo, no rádio ligado, no narrador que grita, na rua que para para ver um pênalti. Essa simplicidade me atravessa.

Mas eu também não desligo o pensamento crítico.
Nos brilhos dos estádios lotados, eu também vejo as sombras:
a desigualdade de acesso, os talentos perdidos, a falta de incentivo, a ausência de políticas de base, a concentração de recursos num país onde tanta criança talentosa sequer pisa num gramado de verdade.

E aí vêm as perguntas incômodas:

Por que salários tão exorbitantes para alguns jogadores enquanto tanta gente talentosa nem chega perto de um centro de treinamento decente?

Por que concentrações bilionárias nesse setor enquanto professores — que formam todas as outras profissões — ganham tão pouco em comparação com atletas de elite?

Não faço essas perguntas por despeito.
Faço por responsabilidade.
Porque eu gosto do futebol — mas gosto ainda mais da vida real das pessoas.

No fim das contas, tudo se resume ao respeito:
respeitar quem torce, quem joga, quem trabalha, quem sonha, quem questiona, quem pensa diferente.

É no respeito que eu escrevo este texto:
não para encerrar debate, mas para abrir conversa.
Para que mais gente olhe para o futebol além do placar e enxergue tanto sua beleza quanto suas contradições.

É assim que eu penso o futebol:
com paixão, com país, com análise,
com boteco, com arquibancada,
com alegria, mas também com questionamento.
Com o coração torcedor, mas com a mente vigilante.

Tags: ARTIGOFUTEBOLGUILHERME NASCIMENTOJUVENTUDEOPINIÃO

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