Sonolento, cansado, deito com as palavras. As frases embriagadas me abraçam e me aconchegam na noite silenciosa.
Escondido, escrevo mundos construídos e reconstruídos que me consolam e agitam. Dentro da noite companheira um clarão amanhecido de ressaca me desperta.
Despertado pela aurora dos bem-te-vis maratimbas, sou saudado com entusiasmo. Renovado, passeio pelo tempo temperando os pés molhados e familiares nas águas amigas da Pérola Capixaba. O mar da minha vida.
















